Trailer: A culpa é das estrelas!

Olá, pessoal!

Saiu ontem o trailer de um dos filmes mais esperados do ano: A culpa é das estrelas, baseado no livro do John Green.

E a vontadezinha de chorar, minha gente? Que faço com ela?


“Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados. Não sabe como sou grata por nosso pequeno infinito.”

Ambos me cativaram, apesar de achar que o Gus seria um pouco diferente (apenas fisicamente. Nas expressões ele é exatamente o Gus!). Ainda assim, assistir o trailer me fez lembrar da história e do que eu senti enquanto lia e… Preciso que julho chegue logo!

Ah! Aqui no blog eu fiz a resenha, falei de curiosidades do livro e de uma música inspirada que é realmente muito linda! :)

Até, pessoal!

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{13/52} already nineteen. A lot of memories. Love is easy!

{13/52} Em agradecimento. Por todas as pessoas lindas que eu tenho na minha vida, pelo meu aniversário, por cada um e por todos os sorrisos que me roubaram. Obrigada, obrigada e obrigada!

{13/52} Em agradecimento. Por todas as pessoas lindas que eu tenho na minha vida, pelo meu aniversário, por cada um e por todos os sorrisos que me roubaram. Obrigada, obrigada e obrigada!

Oi, pessoal!
Essa semana foi, até agora, a mais especial e linda do ano inteiro. E cheia de amor. Se 2013 acabasse agora, eu já poderia dizer que foi um ano maravilhoso!
Para quem não sabe, quarta feira passada foi meu aniversário. Não fiz nada demais (só saí a noite com o meu anjinho particular!) mas foi um dia tão, tão intenso! Posso contar para vocês como foi? Então ok!
P.S.: Isso provavelmente vai ficar grande. Então, se quiser, pode apenas descer para ver as fotos embaixo! :)

Faltando três minutos para a meia noite, a melhor do mundo (Milla ❤) me ligou e passou a virada do meu aniversário comigo, toda flor. Depois, meu amor me ligou, todo revoltado e com raiva da Milla que tinha ligado primeiro! Hahahahaha Ele ligou exatamente a meia noite e ela tinha ligado um pouquinho antes.  Fui dormir tarde, conversando no telefone, e pela manhã fui ao cursinho.

No cursinho eu estava morrendo de sono, com os olhos vermelhos e inchados, e o professor de física ficou implicando (rindo de mim, de uma forma boa) até que descobriu o porquê do sono e descobriu que era meu aniversário. Resultado? Pegou o borrifador, jogou água em mim, me deu um abraço, e a turma inteira cantou parabéns! Aquele bobo…

Saí do cursinho, almocei, fui para o inglês.
No inglês, teve amigo-chocolate (♥!) e o professor passou um filme, com o Johnny Deep, também chamado “Chocolate”. Muito bom o filme, aliás! Luzes apagadas, e com direito a pipoca, refrigerante e o melhor professor do mundo! Infelizmente, foi meu último dia no inglês… Terei de trancar, por causa das aulas na UnB. Mas foi uma despedida linda, não foi?

Então, saí do inglês e vim para casa. Entrei no computador, postei no blog, entrei no facebook. E a partir daí, meu coração ficou tão apertadinho e tão, tão feliz! A verdade é que, apesar de ser meu aniversário, eu não estava animada… Estava tristinha. Mas li tantos recados, tantas palavras lindas que meu coração não teve escolha a não ser aquecer, e se encher com todo o amor do mundo. Talvez eu seja muito boba, mas cada um deles me fez sorrir e vários me fizeram chorar. Meu amor, que escreveu um texto enorme e lindo. A Milla, que escreveu outro texto cujo tema principal era “Ei, Júlia, agora você já pode comprar renew + 20 sem medo!” (essa sem vergonha!! hahahaha). A Nath, que tirou uma foto pra mim. O irmão Abrão, A Giu, a Bonnie, a Taylor, papai que me enviou um vídeo lindo, mamãe, minha irmãzinha, o Lucas Russo dos dragões, o pandacat-mais-cara-de-pau-do-mundo, a may, o ska, a Su.. Não vou mencionar todos, mas foram tantos! Inclusive alguns que me conhecem pelo blog. Todos esse com palavras carinhosas de verdade, muito mais do que aqueles “parabéns” obrigatórios, sabem?

Farei a mesma pergunta que fiz antes: como ficar triste com tanta gente linda na sua vida insistindo em te fazer sorrir?
É simples: você não fica.

E a noite… meu amor chegou de viagem e fui encontrá-lo com a mamãe e a Nicole. Mais amor até dizer chega (tirando o fato de que o papai e a Milla não puderam ir)! E esse talvez tenha sido o maior presente de todos: ganhei meu abraço preferido de volta.

E por último, quando cheguei em casa, tinham mais alguns recados (também lindos) e fui olhar o blog. Fiquei com os olhos cheios d’agua de novo, em especial com o comentário da Marah (❤) e da Paulinha. Mas todos os outros também… Por isso quero agradecer de novo por todos os comentários cheios de carinho. Foram todos muito especiais para mim!
E por último, vi que a Milla tinha me marcado numa publicação do blog dela. Nem preciso dizer que chorei mais um pouquinho, né? Ô, Milla…
Aliás, menção honrosa para essa frase: “Essa pessoa que sonha em ser uma princesa da Disney mas sabe fazer comparações com copos como ninguém!”. Me fez rir até chorar e o motivo é segredo! Hahahahahahahaha

E o resultado final mesmo é que eu não consigo dizer o tamanho da felicidade em palavras.
E não consigo dizer também o quão sortuda eu sou por ter todo mundo que eu tenho comigo.
Obrigada!

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Meu abraço preferido de volta. Meu amor, menino mais lindo do mundo!

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A Nath flor me fazendo chorar. Pode? Ela que tirou essa foto para mim. Se ela apenas soubesse o QUÃO importante foi… Obrigada!

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Minha primeira foto com a Milla, a quatro anos atrás. Feia e linda ao mesmo tempo! Que nostalgia…

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Presente de aniversário da Nicole (minha irmã!) para mim. Comprou no colégio e trouxe. *-* A propósito, meu bem, isso te lembra algo?

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Cabelo bagunçado!

Um dos presentes da mamãe. Só porquê ela sabe que esse é meu chocolate preferido!

Um dos presentes da mamãe. Só porquê ela sabe que esse é meu chocolate preferido!

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Vovô trouxe para mim! *-*

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E essas mãoszinhas aí formando o coração, não são minhas! Sabem de quem é? ♥

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*aprendendo a fazer caras malvadas em fotos*

Ganhei do menino MAIS lindo do mundo inteiro!! (Obrigada, meu amor ♥)

Ganhei do menino MAIS lindo do mundo inteiro!! (Obrigada, meu amor ♥)

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E a coisa mais linda do mundo: ganhei esses dois ovos de páscoa gigantes da mamãe (e papai) e o outro do meu amor! Ambos sabem que sonho de valsa é meu chocolate preferido e acabou nessa feliz coincidência. TÃO FELIZ!!

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Meu amor apareceu aqui em casa ontem, por dois minutos, só pra me entregar. Menino lindo!

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Mamãe linda…. Muito, muito obrigada! ♥

Descobri isso aqui na minha agenda. Milla-diva-boba!

Descobri isso aqui na minha agenda. Milla-diva-boba!

E a Julie-coisa-mais-fofa-do-mundo:

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“Juju, juju, abre a bolsa. Olha quem é que tá aqui…”

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amei essa ♥

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♥♥♥

Essa foi a minha semana linda!
Espero que tenham gostado. Foi tão, tão importante pra mim!
E obrigada de novo, por tudo, pessoal. Por cada comentário, cada palavra de carinho. Tudo fica bem guardado aqui dentro!

E claro… FELIZ PÁSCOA!!!!!!!!
Que o amor de Deus, o Pai, renasça em nossos corações não só hoje mas sempre. Afinal, meu Jesus ressucitou! Ele vive! E não tem nada mais lindo do que saber disso.

Agora, última coisa (prometo!): Amanhã começam minhas aulas na UnB. Estou morrendo de medo e ansiedade, também! hahaha Torçam por mim!

Até mais!

{♥}

A culpa é das estrelas – e principalmente do John Green!

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Aviso: ESSE. POST. TEM. SPOILERS.
Na verdade, não fala nada do desenvolvimento nem do final do livro, mas fala de coisas do livro, claro, e você poderá ficar chateado(a) se ler. Mas é você quem sabe!

(Se você não leu A culpa é das estrelas, provavelmente não vai entender direito. E se não leu também, recomendo muito que crie vergonha e vá ler. Veja aqui a resenha!)

Quando terminei de ler A culpa é das estrelas, do John Green, fiquei fascinada.
Fascinada porquê uma das coisas mais legais do livro é que, assim como eu, a Hazel tem um livro preferido. O Gus tem uma banda preferida.
E acho que esse é um dos motivos que faz esse livro me parecer tão real. Do tipo: eles são apenas pessoas comuns e tal, como eu e você.

Uma aflição imperial

Fan art encontrada na internet. Se você é o autor, avise! :)

Meu primeiro impulso, claro, foi procurar sobre o livro preferido da Hazel: Uma aflição imperial.
O livro que a Hazel ama, por se identificar com Anna (a protagonista que também tem câncer) e gostar da forma que o Peter Van Houten escreve. O livro que ela acha genial, e que fez o Gus se apaixonar tanto quanto ela.
Bom, o livro não existe.
Sim, isso significa que eu nunca vou poder ler o livro preferido da Hazel e tentar descobrir por mim mesma o que acontece com a mãe da Anna, com a própria Anna e não vou poder saber qual é a frase que é interrompida ao meio, exatamente onde o livro termina.

O preço do alvorecer!

Outra fan art encontrada na internet! :)

O preço do alvorecer (The price of dawn), jogo de videogame preferido do Augustus Waters: também não existe. Então, para os garotos (e garotas!) de plantão que estavam esperando um jogo genial do tipo Assassin’s Creed…

The hectic glow

Essa é uma fan art que veio daqui. :)

The hectic glow, a banda preferida do Augustus Waters. Adivinha?
Também não existe!

Mas, se você procurar por “the hectic glow” no youtube, achará cerca de 4 músicas com temas do livro. O que acontece é que um grupo de fãs do John Green criaram a banda a partir de covers e composições próprias como forma de homenagem ao livro, mas é apenas isso. Não se sabe quem são os integrantes ou qualquer coisa disso. Foi uma forma que alguns fãs encontraram de aproximar o mundo de A Culpa É das Estrelas com a nossa realidade. :)
Mas não, infelizmente, a banda de verdade não existe (assim como todas as outras coisas do livro!)
Leia mais aqui e aqui. (em inglês)

 ♥

Essa fan art veio daqui. ♥

E essa é outra fan art (linda!) que pode ser o mais próximo que vamos poder nos aproximar do mundo do Hazel e do Gus – além do que nossa imaginação nos permite.

E há também algumas curiosidades inteligentes (que, quando descobri, só aumentou meu nível de admiração pelo John) no livro:

1. O nome da personagem principal é Hazel Grace Lancaster.
Hazel é o nome de uma cor. Essa cor puxa tanto para o verde quanto o castanho – mas não é nenhum dos dois. É como se não fosse nem isso, nem aquilo, mas não é por isso que ela deixa de ser bela.
Lancaster é o nome de uma cidade (americana, e há outra de igual nome no Canadá e no Reino Unido) e isso faz referência à terra. 

2. Então, temos Augustus Waters. “Água”. A água que faz contraste com Lancaster, a terra. Entendem?
Sem contar que Hazel tem câncer no pulmão, e seu maior problema é que seus pulmões se enchem de água constantemente.

3. Augustus, do Latim, significa “Deus”.

4. Por último, Isaac é um menino que, no livro, tem um problema de visão. Ele faz referência à um personagem bíblico (também chamado Isaque) que, perto de sua morte, ficou cego.

John Green é, portanto, um grande estraga-prazeres bem do jeito genial de ser. Até porquê, talvez as coisas sejam mesmo mais bonitas na nossa imaginação.

A culpa é das estrelas, por John Green

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É um livro fantástico.

Eu realmente não sei se eu vou conseguir falar direito sobre esse livro, porquê afinal, como você fala sobre algo tão contraditório, tão profundo e tão, tão intenso?

A culpa é das estrelas, livro do John Green, conta a história de Hazel e Gus. Hazel tem 16 anos e tem câncer terminal desde os 13, enquanto Gus é um garoto bonito que um dia, aparece no grupo de apoio a crianças com câncer, que Hazel visita. A partir daí, tudo começa a mudar. Ambos querem sobreviver, sofrem pelo câncer, etc… Certo? Errado.

O que torna esse livro tão fantástico é que ele é um clichê totalmente original. Não é mais um romance previsível sobre a história de dois jovens que se apaixonaram mais vão morrer em breve por causa do câncer e que vai te fazer chorar no final e pensar “Oh, que história triste, o câncer é realmente algo terrível”. Não!

Esse livro é tão… pessoal. Como eu falo sobre um livro que parece que a história também é minha? A Hazel e o Gus são tão reais! Poderiam ser eu, você, amigos, pessoas comuns que a gente encontra na rua. Não é um livro com grandes reviravoltas, grandes acontecimentos, grandes surpresas… é a vida real. É a vida que vivemos de fato: acordamos, tomamos café, as vezes estamos mal-humorados, tem dias que não tem nada pra fazer, sentimos tédio, ouvimos música, lemos livros, choramos com filmes…

Eu me coloquei no lugar da Hazel e do Gus o livro inteiro e é exatamente isso que me fez amar e odiar esse livro com tanta intensidade. John Green mostra a vida de quem tem câncer do jeito que ela é, sem máscaras, sem sensacionalismo, só como a grande droga que é. E isso te faz ter raiva! Te faz ter raiva pensar que doenças assim existam, te faz ter raiva pensar que ela tenha de transformar tantas vidas de forma irreversível, porquê poderia ser você. E é tudo uma imensidão contraditória e sufocante. Ao mesmo tempo que eles já não acreditam na vida, eles tentam sobreviver todos os dias. Ao mesmo tempo que as coisas são banais, elas são importantes. Ao mesmo tempo que o câncer é algo permanente na vida da Hazel e que é um peso na vida dela, câncer é o que menos se fala no livro. E é o que mais se fala, também, porquê é a VIDA dela. Entende? O amor, no livro, também não é romance. O amor é só… amor. É o amor que eles não estavam procurando e não queriam achar, mas está lá. E é lindo!

Eu amo a forma com que a Hazel tem um livro preferido e o empresta para o Gus, amo o jeito que o Gus ouve as músicas da banda preferida dele, amo a metáfora do cigarro, amo (e odeio) a relação deles com o Peter Van Houten, amo a forma com que o John consegue transformar tudo em algo tão incrível de uma forma TÃO banal. É como um tapa na cara.

Tudo é indireto, subjetivo, nas entrelinhas. Eu quero que vocês entendam o quão lindo esse livro é pra mim e o tanto que ele me marcou, mas quem consegue descrever sentimentos?
Ah é. O John Green.

Com relação ao livro por si só: a capa é linda (Com o céu! ♥), a fonte e espaçamento são ótimos e as páginas são amareladas.

Depois desse livro, leio até a lista de compras pro supermercado do John.