Anna e o beijo francês, por Stephanie Perkins

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Ganhei esse livro de presente de aniversário ano passado e, apesar de ter ouvido boas críticas dele desde sempre, fui deixando de lado e dando preferência para os outros não lidos ocupando minha estante. A pergunta é: porquê? PORQUÊ?

O livro conta a história da Anna (♥), uma moça dos EUA que é obrigada pelo pai a ir concluir o Ensino Médio na França, em Paris. Lá, ela faz amigos e se apaixona.
A história do livro é basicamente essa.

Mas não é.

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Nesse livro, a autora juntou aquela fórmula cliché mas que sempre dá certo: a menina linda e meio bobinha que encontra o rapaz perfeito (sério mesmo), daí eles começam a se conhecer, mas os dois já são comprometidos e tem várias coisas que os impedem de continuar. E o final feliz meio óbvio no final.
Daí você me pergunta: “então porque você gostou tanto assim do livro, se é tão cliché?”
Resposta: o cliché não é importante, porque as histórias sempre se repetem. O que importa é a forma que esse cliché é contado. E, olha, a Stephanie Perkins encontrou um jeito totalmente fascinante!
Ela conta a história com situações diferentes e únicas, com uma linguagem simples, engraçada e debochada (na visão da Anna), e com todo o charme que uma história em Paris têm direito.

É fascinante por se passar em Paris, pela descrição da cidade, o cotidiano, por ser o último ano do ensino médio, pela escola, os amigos, e a forma como o romance surge. Fascinante pelas situações bem-amorzinho que eu nunca tinha lido em outro livro antes e que me fizeram suspirar infinitamente. O ponto alto desse livro é justamente o romance. Eu passei o livro inteiro sentindo aquele sentimento bobo de estar apaixonada e não saber se é correspondida, de ficar prestando atenção nos mínimos detalhes, de se surpreender com um “bom dia” ou um sorriso… Porque é isso que a Anna sente.  E é um sentimento tão bom! O surpreendente esconde em si um milhão de infinitos e possibilidades.

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Prestem atenção: eu estou aqui, fazendo um esforço realmente grande pra não sair colocando um milhões de corações nesse post e dizendo repetidamente palavras do tipo “amor” “perfeito” “lindo” “aaaaai!!!!” “morri” “infartei” e tal. Estou tentando ser uma garota racional.
É só que…
Esse é o livro mais amor que eu já li na minha vida inteira.
Quero casar com ele. Viver com ele. Agarrar pra sempre e nunca mais soltar!
É simples: já tem quase duas semanas que terminei de lê-lo e ainda não superei. Preciso de mais Anna e o beijo francês na minha vida!

Perdi a conta de quantas vezes meu coração bateu mais forte, gritei, chorei, ri, e tive aquele sentimento de “oh meu Deus, vou ter um ataque cardíaco aqui e agora!”. Fazia tempo que um livro não me fazia tão feliz e me fazia surtar tanto. Surpreendeu totalmente todas as minhas expectativas!

E com relação ao livro por si só: a capa me incomodou um pouco (não gosto muito de capas com “rostos”), e encontrei alguns errinhos de tradução. Além disso, as folhas são brancas, a margem e o espaçamento são bons e a fonte de cada início de capítulo e topo/rodapé da página é linda!

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E é isso, pessoal!
Espero que tenham gostado. Espero que leiam, também!
Esse livro é muito amor e mal posso esperar para lê-lo novamente.

Ah! Tem dois tipos de fotos diferentes porque as primeiras eu tirei no meu quarto e as últimas tirei num dia de sol e piscina maravilhoso.

Até mais!

{♥}

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Não sou esse tipo de garota, por Siobhan Vivian

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“Na minha visão de veterana, a orientação aos calouros é uma perda de tempo colossal. Se fosse por mim, as coisas seriam bem diferentes. Somente três coisas seriam transmitidas aos garotos para que vivessem uma experiência de sucesso no ensino médio: fazer a lição de casa, usar camisinha e passar desodorante nos sapatos de couro. Por outro lado, ao aconselhar as meninas, diria que confiar em garotos é igual a beber e dirigir. Claro, alguns correm o risco. Uma ou duas cervejas nunca parecem perigosas no começo. E nem todo mundo que bebe e dirige sofre um acidente. Mas para mim, é óbvio. Para que correr o risco? Era necessário informá-las, também, que momentos constrangedores tinham uma vida útil surpreendente na escola. Talvez eu tenha uma personalidade perfeccionista e obsessiva, mas isso salvaria uma garota de ter sua vida arruinada na escola. Pode acreditar!”

Quando li a sinopse desse livro, pensei que seria algo totalmente diferente do que eu li. Um livro adolescente daqueles pra se entreter e sorrir com as confusões de uma garota no ensino médio que no final acaba se apaixonando. Sabe? Mas não é. Esse livro é tão maior!

IMG_6113Natalie é a garota perfeita: estudiosa, inteligente, melhores notas, futura presidente do conselho estudantil e, de quebra, muito bonita (mas não liga pra isso). Ela também é politicamente correta: tem preconceito com garotas oferecidas E com garotos. A coisa toda é muito simples: garotos só querem nos usar e garotas têm de se dar ao respeito se quiserem sobreviver.
E então, temos a Autumn. E a Spencer. E o Connor.
Spencer tem 14 anos e é uma bela garota loira de cabelos ondulados e com bastante autoconfiança de usar seu corpo a favor de suas vontades. Autumn é a melhor amiga de Natalie, com um passado traumático e uma reputação arruinada (por causa de um garoto). E Connor é um jogador de futebol americano bonito e popular que vai contra o pensamento coletivo.

A história do livro é: Natalie se apaixona. Quando isso acontece, ela fica tão horrorizada por se permitir sentir isso que tenta se negar, tenta esconder e se descobre no meio de uma confusão interna entre o que ela é  x o que ela está se tornando. Ela tem medo de se tornar aquele tipo de garota que passa na mão dos garotos e acaba criando uma má reputação.
A história é bonitinha (porque o Connor é um dos personagens mais fofos que já vi) e simples, mas não foi só isso que me fez gostar desse livro. Foi a capacidade da autora de colocar, sutilmente, um grito feminista no meio de um livro puramente adolescente.

O livro é contado na visão da Natalie. E ela, mesmo sendo tão inteligente, é machista e se deixa oprimir pelo que os outros pensam. Ela é fraca. É engraçado perceber como isso faz mal a ela e à Autumn, mesmo que suas intenções sejam boas.
Isso é interessante do livro: o mérito não é da protagonista. O mérito é da Spencer, que tem apenas 14 anos e faz surgir um discurso feminista quando questiona o porque que ter noção sobre o próprio corpo e não ter vergonha ou medo de usá-lo como bem entender deveria ser considerado errado. O mérito é da Autumn, por quão forte conseguiu se tornar. O mérito é do Connor, por mostrar que nem todos os garotos são tão superficiais e que alguns deles valem a pena. O mérito é da autora, por mostrar que ser feliz é o que importa e se preocupar com a opinião dos outros é besteira.

No final, o que fica é que a gente tem que ter a coragem de ser quem quiser ser. Tem de ter a coragem suficiente pra se libertar e seguir o próprio caminho. E o mundo que se resolva!
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Quanto ao livro por si só: as páginas são amareladas (❤}, o espaçamento é bom, mas confesso que a letra me incomodou um pouco e encontrei alguns erros de diagramação (mas nada fora do normal).

E claro que eu fui tirar fotos e me empolguei (e se não fosse assim não seria eu!):
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E é isso! Espero que tenham gostado, pessoal.

Até!

A moreninha, por Joaquim Manuel de Macedo

m1Olá, pessoal!

Andei lendo bastante ultimamente (voltando com os antigos hábitos <3). Sei que prometi que o próximo livro que iria resenhar aqui seria “Não sou esse tipo de garota”, da Siobhan Vivian, mas não me aguentei depois de terminar de ler “A moreninha” e tive que vir aqui falar um pouco dele.

A moreninha é um romance do período do Romantismo brasileiro, escrito pelo Joaquim Manuel de Macedo. Peguei esse livro emprestado com uma amiga minha (obrigada, Milla!), mas enrolei um tempão para ler porque apesar de amar a literatura brasileira, confesso que tenho um pouco de preguiça por causa da linguagem pouco usual (sim, prefiro os livros antigos!).
Bom, me rendi e cá estou.

Esse livro conta a história de Augusto e D. Carolina. A história começa com Augusto e mais três amigos que vão para uma espécie de “casa de praia” e, lá, conhecem várias moças – inclusive a nossa moreninha, D. Carolina.m2

O livro me surpreendeu por tem uma linguagem leve e engraçada, apesar de rebuscada, e por não ser maçante e cansativo (como vários livros antigos são, pelo menos até a história começar a prender). Os personagens são geniais porque são um tanto inovadores para sua época: D. Carolina é esperta, travessa, nem tão mocinha como deveria e tem um humor um tanto cínico demais. Augusto, longe de ser o futuro marido perfeito, é o clássico cafajeste-sem-vergonha – e se orgulha disso! Mas é também um rapaz inteligente e misterioso. Gosto de histórias em que os personagens são surpreendentes e encantadores de alguma forma inusitada.
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Eu gostei tanto desse livro! Gostei da sensibilidade dele e dos personagens numa época em que as mulheres eram projetos-de-esposas e serviam apenas para isso. Acho engraçado uma frase do livro onde a moça pergunta “É possível ter felicidade no amor e no casamento?” e o rapaz responde que sim… Como se dissesse que o casamento pode ser sim mais do que uma obrigação da mulher perante à sociedade. É curioso perceber quão diferente as coisas eram naquele tempo.
Ao mesmo tempo, é lindo ver o respeito que os homens tinham com as moças – sempre eram chamadas de dona, senhora, donzela ou moça. Nesse quesito, 1840 já pode voltar!

Mas o que realmente tenho para dizer sobre esse livro é que ele me deixou feliz. E feliz daquele jeito que te deixa sorrindo boba o resto do dia e da semana. Porque, sinceramente? Os segredos do coração são sempre os mais poderosos. O amor e o mistério nunca saem de moda!

m6m7Minha classificação: 3/5 estrelas.

E é isso, pessoal!
Algum de vocês já leu esse livro? Gostaram?

Obrigada por tudo, sempre.

{♥}

 

A culpa é das estrelas, por Troye Sivan

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Olá, pessoal!

Desde a criação do blog, um dos posts mais acessados é esse, onde eu falo sobre o universo de A culpa é das estrelas e sobre algumas curiosidades do livro. Ontem uma leitora veio me mostrar uma música que tem muito a ver com o livro e com a história dele. A música é do Troye Sivan e eu não poderia deixar de vir aqui compartilhar com vocês.
Talvez eu seja suspeita para falar por 1) Amar esse livro 2) Ser coração mole para quase tudo nessa vida, mas… Essa música é tão linda, tão linda! Me fez chorar ao lembrar da história e ao lembrar do meu Gus e da minha Hazel.

Espero que gostem e sintam a mesma emoção que eu senti.

“I don’t wanna let this go,
I don’t wanna lose control,
I just wanna see the stars with you…”

Laís, muito obrigada por ter me mostrado essa música tão linda!

Até mais!

Obrigada por tudo, pessoal.

O príncipe da névoa, por Carlos Ruiz Zafón

C4Quando vi esse livro numa prateleira da Leitura e vi o nome do autor, sabia que tinha que comprá-lo e lê-lo. Quem me conhece sabe que eu sou uma fã de carteirinha do sempre genial Carlos Ruiz Zafón e o recomendo pra quase todo mundo que me pede indicações de livros. É um clichê muito certo: “Zafón é sempre uma boa pedida”.
O caso é: pensei que era um novo livro dele, mas acabei descobrindo que foi o primeiro livro que ele escreveu e isso me deixou ainda mais curiosa.

Sinopse:
“A nova casa dos Carver é cercada por mistério. Ela ainda respira o espírito de Jacob, filho dos ex-proprietários, que se afogou. As estranhas circunstâncias de sua morte só começam a se esclarecer com o aparecimento de um personagem do mal – o Príncipe da Névoa, capaz de conceder qualquer desejo de uma pessoa, a um alto preço.”

c1 Quando li a sinopse, sorri comigo e percebi que quase todos os livros do Zafón seguem essa linha de algo ou alguém poderoso demais que começa a causar problemas por aí. Mas, bem longe de me desanimar, quis ainda mais ler o livro porque sei que todos os outros dele conseguiram me surpreender positivamente. E esse não foi uma exceção!

O livro é contado por Max, um garoto de 14 anos, que passa a querer saber mais sobre todas essas coisas estranhas acontecendo ao seu redor.
“Como assim tem um ~cemitério~ com palhaços fantasmas e esquisitos no quintal da minha casa?”
E aí acontece aquilo que me faz ter raiva de todos os filmes/livros de terror ou com coisas estranhas assim: o protagonista vê algo bizarro ou perigoso > ao invés de correr absurdamente até o cobertor mais próximo e não sair de lá nunca mais (que é o que eu faria), ele pega uma lanterna e vai atrás para saber mais > as coisas pioram e lascou-se tudo.

As situações vão aparecendo uma a uma e a história vai ganhando um tom sombrio e misterioso enquanto a figura do Príncipe da Névoa vai sendo contada e o pequeno Max vai descobrindo e correndo atrás de seus segredos. Palhaços de pedra, círculos, emblemas, navios submersos, e a triste história de um menino que morreu afogado.

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Acho que a única coisa que eu realmente posso falar sobre esse livro é que ele é tenso, apesar de vários momentos leves e bonitos que aparecem. O mais fantástico dos livros do Zafón é exatamente isso: quando você começa a pensar que está entendendo ou descobrindo alguma coisa, ele puxa o tapete dos seus pés, te dá uma rasteira e você fica “mas o quê?????”. O final do livro me deixou impressionada e me surpreendeu bastante.

– Vá para o inferno — disse, mal contendo a raiva.
– Minha cara menina, é de lá que venho — replicou Cain.

Gostei dos personagens. Gostei de Max, que não esconde seus medos e ainda os enfrenta. Gostei de Alicia, que se mostrou corajosa e sábia. Gostei de Roland. Oh, Roland!c3

Mas apesar disso, algo que me incomodou no livro foi o ritmo de tempo. No começo do livro as coisas acontecem rápido demais, depois lentas demais e tornam a ficar rápidas demais ao final. Também, talvez por ser o primeiro livro do Zafón, consigo perceber a diferença desse livro para os outros dele na forma de escrever e na maturidade. Para alguém que ainda não conhece o autor, provavelmente esse não seria o primeiro livro dele que eu recomendaria.

De qualquer forma, eu gostei do livro. É daqueles curtinhos pra ler em um ou dois dias e não desgrudar até o fim. A leitura é rápida e fácil – simples!
Com relação ao livro por si: as páginas são brancas, bom espaçamento e fonte e boa divisão de capítulos. A estética do livro também me agradou, mas impliquei um pouco com a capa. :p

Minha nota: 3/5 estrelas.

E é isso, pessoal!
E vocês? Já leram esse livro? Conhecem o autor?

Obrigada por tudo, sempre!

As crônicas de Nárnia, por C.S. Lewis

Marcadinho pelo tempo, feito de gato e sapato, mas é daqueles de cabeceira mesmo. ♥

Marcadinho pelo tempo, feito de gato e sapato, mas é daqueles de cabeceira mesmo. ❤

Demorei cerca de… Bom, cinco anos e um mês para ler esse livro.

Cinco anos atrás eu tentei começar a lê-lo, abandonei. Peguei para lê-lo novamente esse último mês (junto com os outros 10 que eu tenho que ler para a faculdade) e só tive vontade de me bater por não ter lido antes!

Quero começar a falar desse livro com uma música bem bobinha que mamãe canta para mim desde que eu era pequena: “O bem vence o mal, espanta o temporal! Azul, amarelo, tudo é muito belo…” porque, na verdade, Nárnia é assim – mas de uma forma muito melhor.

É complicado falar de Nárnia porque ele é um daqueles livros que você não pode dizer que é ruim – você simplesmente não pode. Mas ele é infinitamente lindo de formas diferentes para cada pessoa. Eu posso falar das inúmeras aventuras, da história de Nárnia, de Aslam, dos Grandes Reis e Rainhas da Era de Ouro (ou dos simples Pevensie), de Caspian e posso falar do quão profundamente esse livro me fez viajar e me fez ficar o mês inteiro olhando no fundo dos guarda-roupas aqui de casa. Posso falar, mas não vou.

Eu quero falar do significado que Nárnia teve PARA MIM.
C.S. Lewis foi um membro da igreja anglicana e era um teólogo, e acredito que todo autor passa um pouco de si para os livros que escreve. As crônicas de Nárnia é um livro cristão e além de fazer referências, “reconta” histórias bíblicas (com mitologia grega, com história, com fantasia…). Eu sou cristã e, provavelmente, esse é o maior motivo desse livro ter me tocado tanto. As aventuras de Nárnia são descritas de forma grandiosa, com detalhes, e com aquele tom quase infantil e esperto que se tem quando se fala com crianças, mas pensar em Aslam é o que me fascina… Me fascina a forma com que as coisas são feitas, porque mostra um “Deus” que não é apenas amor! Deus é amor, sim, mas Ele é Justiça acima de tudo. É lindo, realmente lindo, ler a história de meninos com anéis, cavalos, príncipes fugitivos, lugares no submundo e, finalmente, o Grande Leão que está sempre olhando, que tem o tempo certo para tudo. Mesmo sem entender, mesmo sem querer. É algo que não sei explicar direito… É realmente pessoal e único.

Mas não me entenda errado – é um livro fascinante para todos. É exatamente o que eu disse: Nárnia é especial porque nos leva a um mundo novo de forma que poucos livros conseguem, mas cada um tem seu sentimento próprio – assim como em todo livro! Apesar de tudo, gosto de pensar que Nárnia me leva até o mais longe que posso chegar.

P.S.: C.S. Lewis era cristão, virou ateu (convicto, durante um tempo), voltou a ser cristão. Algumas fontes dizem que Lewis escreveu Nárnia como uma forma de mostrar às crianças a história da vida de Cristo e outros dizem que não foi assim, apesar das claras influências cristãs. Seja lá o que for, é maravilhoso.

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Com relação ao livro por si só: a letra é um pouco pequena, mas nada que incomode. Em cada início de livro há um desenho principal sobre a história e um mapa de onde ela se passa e, no início de cada capítulo, há um desenho pequeno. As páginas são brancas.
São 7 livros organizados por ordem cronológica.

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Resumindo tudo.

Resumindo tudo!

Obrigada por tudo, pessoal, sempre!