O que os meus últimos 19 anos me ensinaram

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“Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma…
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma… A vida não para.

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa!

A vida é tão rara…

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência!
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência…

Será que é tempo que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber? A vida é tão rara! Tão rara.

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei… A vida não para.
A vida não para não.

(…)

A vida não para não…. A vida não para.
A vida é tão rara…”

(Lenine – Paciência)

E que a correria do dia-a-dia seja um motivo pra ver que, mesmo através de um engarrafamento no trânsito, da janela do ônibus, do escritório… Ainda . Há um céu azul lá fora, ou um nublado inspirando chuva e flores que vão surgir. Há pessoas sorrindo nas calçadas, livros guardados nas bolsas e fones de ouvido esperando para serem usados.
Sempre há um pouquinho de inspiração e significado onde menos se espera!

{♥}

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25 comentários sobre “O que os meus últimos 19 anos me ensinaram

  1. Pingback: João e Maria | Fotografando (sonhos)

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